1 de março de 1565.
2 de janeiro de 2014.
449 anos.
Até que a mocinha continua maravilhosa. Rio, sua linda, você é demais!
Lapa, 40 graus.
Sob um sol de rachar gasto a sola de meu sapatinho perambulando pelas ruas do centro dessa efervescência arquitetônico/cultural que chia o esse e arrasta o erre esbanjando charme.
Do império aos casarões dos barões do café, até a dura realidade atual das comunidades o Rio abraça a história do Brasil.
A salada cultural que acolhe tantos ritmos e tempera a música com samba, choro, bossa nova, rock, funk, clássico e popular é ouro puro saltando aos ouvidos. Ritmos que se traduzem em cada esquina dessa geografia generosa , conflitante e apaixonante.
Sim, o Rio é apaixonante.
Cedi aos galanteios de suas curvas, seus suores, murmúrios e excessos.
"E aí, topa ir para o Rio?"
Fui. Fomos. Voltamos e não somos mais os mesmos. Somos mais. Mais alemães, mais tijucanos ( salve Jorge!), mais cariocas, paraíbas, cearenses, gaúchos, paraenses, acreanos, índios e muito mais.
Somos brasileiros.
...
"Ei você, isso você. Que tal levar 7 bolaixxxxx de sorvete por R$2,00. Sim R$ 2,00".
"Mundo das gravataixxxx. Aqui o seu negócio não vai sair do peiiiscoço".
"Senhora, não sei informar, maixxxx a senhora pode pedir o que quiserrrr".
Entre chiados, buzinas de ônibus, trânsito e gente fui deissscobrindo uma cidade que sim, é maravilhosa, não pelos cartões postais e sim por suas contradições.
Eu, você e mais um punhado de gente moramos num país tropical, bonito por natureza e repleto de coisas para contar. O Rio tem muita coisa para contar:
Biblioteca Nacional.
Academia Brasileira de Letras.
MAR
Davos.
Praça Tiradentes.
Saara.
Feira de São Cristóvão.
Alemão.
Maré.
Comunidades.
Real Gabinete Português de Leitura.
Paraça XV.
Paço Imperial.
Parque Lage
Candelária.
Casarões e mais casarões.
Bip Bip.
Centro Cultural BB.
Central do Brasil.
Palácios Itamaraty, do Catete.
Jardins, Altos, Quintas, morros...
Bope, caveirão, truculência.
E nós.
2 de janeiro de 2014.
449 anos.
Até que a mocinha continua maravilhosa. Rio, sua linda, você é demais!
Lapa, 40 graus.
Sob um sol de rachar gasto a sola de meu sapatinho perambulando pelas ruas do centro dessa efervescência arquitetônico/cultural que chia o esse e arrasta o erre esbanjando charme.
Do império aos casarões dos barões do café, até a dura realidade atual das comunidades o Rio abraça a história do Brasil.
A salada cultural que acolhe tantos ritmos e tempera a música com samba, choro, bossa nova, rock, funk, clássico e popular é ouro puro saltando aos ouvidos. Ritmos que se traduzem em cada esquina dessa geografia generosa , conflitante e apaixonante.
Sim, o Rio é apaixonante.
Cedi aos galanteios de suas curvas, seus suores, murmúrios e excessos.
"E aí, topa ir para o Rio?"
Fui. Fomos. Voltamos e não somos mais os mesmos. Somos mais. Mais alemães, mais tijucanos ( salve Jorge!), mais cariocas, paraíbas, cearenses, gaúchos, paraenses, acreanos, índios e muito mais.
Somos brasileiros.
...
"Ei você, isso você. Que tal levar 7 bolaixxxxx de sorvete por R$2,00. Sim R$ 2,00".
"Mundo das gravataixxxx. Aqui o seu negócio não vai sair do peiiiscoço".
"Senhora, não sei informar, maixxxx a senhora pode pedir o que quiserrrr".
Entre chiados, buzinas de ônibus, trânsito e gente fui deissscobrindo uma cidade que sim, é maravilhosa, não pelos cartões postais e sim por suas contradições.
Eu, você e mais um punhado de gente moramos num país tropical, bonito por natureza e repleto de coisas para contar. O Rio tem muita coisa para contar:
Biblioteca Nacional.
Academia Brasileira de Letras.
MAR
Davos.
Praça Tiradentes.
Saara.
Feira de São Cristóvão.
Alemão.
Maré.
Comunidades.
Real Gabinete Português de Leitura.
Paraça XV.
Paço Imperial.
Parque Lage
Candelária.
Casarões e mais casarões.
Bip Bip.
Centro Cultural BB.
Central do Brasil.
Palácios Itamaraty, do Catete.
Jardins, Altos, Quintas, morros...
Bope, caveirão, truculência.
E nós.
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