Bart.
Bart caverna.
Sim caverna.
...
Brasília, anos 80.
Eu, uns amigos, nossos , quase, 20 e poucos anos. Aventuras.
Éramos jovens entediados com a mesmice da capital que despontava para o rock nacional. Não éramos entediados com o rock , mas com a falta dele. "Éramos tão jovens, tão jovens, jovenssssss"...
Alguém um dia deu a idéia de irmos à uma caverna.
Outro alguém topou. Chamou mais um alguém que também topou. Chamou outro alguém e outro, mais um e pimba! Olha lá a cambada andando pelos pastos das fazendas procurando buracos da mamãe natureza!
E que buracos !!!
Pachamama e sua infinita generosidade se abriu nos maravilhando com o escuro absurdamente silencioso e escandalosamente rico, belo e acolhedor de suas entranhas.
Alumbramento.
"_ Mãe, meu professor de geografia quer fazer uma saída de campo com a gente.
_ É ? Para onde?
_ Para uma caverna.
_ Ãhn ????"
Foi assim que passei vários dias entre 82 e 87. Saindo aos sábados às 5 da madruga , andando pelos matos candangos, goianos e mineiros, e me maravilhando com tanta beleza. Sabe aquelas belezas que escondemos de nós mesmos porque não sabemos que as possuímos? É isso e muito mais.
Mais porque tudo é mais aos , quase, 20 e poucos anos. Há uma vida pela frente, além de muuuuita caverna.
...
Quarta-feira, dia qualquer de outubro de 2013, natação. O Tubarão do Cerrado, vulgo Marcelo Conforto me vem com essa:
_ Olha só: o Maurício está vindo à Brasília em dezembro. Estou pensando em armar uma saída para uma caverna mais tranquila para a gente levar os filhos. O que você acha? Você topa?
Não preciso nem dizer o que respondi para ele.
Moçada, hoje além de nossas formas mais acentuadas, cabelos mais coloridos e vincos de felicidade nas faces, temos a delícia das lembranças daqueles anos.
Eu não sei nominar o que foi tudo aquilo para mim.
Eu não sei nominar o que é tudo isso para mim.
Mas, foi outro dia...
Bart caverna.
Sim caverna.
...
Brasília, anos 80.
Eu, uns amigos, nossos , quase, 20 e poucos anos. Aventuras.
Éramos jovens entediados com a mesmice da capital que despontava para o rock nacional. Não éramos entediados com o rock , mas com a falta dele. "Éramos tão jovens, tão jovens, jovenssssss"...
Alguém um dia deu a idéia de irmos à uma caverna.
Outro alguém topou. Chamou mais um alguém que também topou. Chamou outro alguém e outro, mais um e pimba! Olha lá a cambada andando pelos pastos das fazendas procurando buracos da mamãe natureza!
E que buracos !!!
Pachamama e sua infinita generosidade se abriu nos maravilhando com o escuro absurdamente silencioso e escandalosamente rico, belo e acolhedor de suas entranhas.
Alumbramento.
"_ Mãe, meu professor de geografia quer fazer uma saída de campo com a gente.
_ É ? Para onde?
_ Para uma caverna.
_ Ãhn ????"
Foi assim que passei vários dias entre 82 e 87. Saindo aos sábados às 5 da madruga , andando pelos matos candangos, goianos e mineiros, e me maravilhando com tanta beleza. Sabe aquelas belezas que escondemos de nós mesmos porque não sabemos que as possuímos? É isso e muito mais.
Mais porque tudo é mais aos , quase, 20 e poucos anos. Há uma vida pela frente, além de muuuuita caverna.
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Quarta-feira, dia qualquer de outubro de 2013, natação. O Tubarão do Cerrado, vulgo Marcelo Conforto me vem com essa:
_ Olha só: o Maurício está vindo à Brasília em dezembro. Estou pensando em armar uma saída para uma caverna mais tranquila para a gente levar os filhos. O que você acha? Você topa?
Não preciso nem dizer o que respondi para ele.
Moçada, hoje além de nossas formas mais acentuadas, cabelos mais coloridos e vincos de felicidade nas faces, temos a delícia das lembranças daqueles anos.
Eu não sei nominar o que foi tudo aquilo para mim.
Eu não sei nominar o que é tudo isso para mim.
Mas, foi outro dia...