Diante das rodas que giram sem parar penso em quantas vezes derramei lágrimas por não conseguir girar no mesmo ritmo.
Foram tantas as vezes que muitos riachos nasceram e fizeram brotar vida a partir dali. Raízes, troncos,flores...Do mantra que entoei infinitamente criou-se o som, o sopro de ar que tudo manifesta. Na sombra de meu corpo muitos andarilhos se abrigaram. Da firmeza de meu olhar muitos se guiaram. No meu silêncio vivi a coerência e a Presença.
E as rodas continuam a girar.
Hoje há mais sulcos no solo de minha face e os tons alvos do inverno vão tomando lugar na minha cabeça.
Não sei de mim, não sei se sei.
O som que agora ecoa é o da evelhescência.
Foram tantas as vezes que muitos riachos nasceram e fizeram brotar vida a partir dali. Raízes, troncos,flores...Do mantra que entoei infinitamente criou-se o som, o sopro de ar que tudo manifesta. Na sombra de meu corpo muitos andarilhos se abrigaram. Da firmeza de meu olhar muitos se guiaram. No meu silêncio vivi a coerência e a Presença.
E as rodas continuam a girar.
Hoje há mais sulcos no solo de minha face e os tons alvos do inverno vão tomando lugar na minha cabeça.
Não sei de mim, não sei se sei.
O som que agora ecoa é o da evelhescência.
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